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Piscicultura em reservatório tem pouca influência nas emissões de metano

1 Sep 2018

As emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) provenientes do setor agropecuário é hoje um grande tema em discussão, despertando no meio científico a necessidade de se conhecer práticas produtivas que sejam menos impactantes. A aquicultura não foge à regra e deve se dedicar a compreender como contribui no processo de mitigação das suas contribuições e como se encaixa dentre as demais cadeias produtivas.

O recente estudo publicado pela Embrapa em parceria com pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) revelou que atividades de produção de peixes em tanques rede no Reservatório de Furnas tem um impacto menor ao que se previa na influência de emissão de metano.

O estudo de caso mos

 

trou que as emissões de CH4 são mais influenciadas pelas características dos reservatórios do que propriamente aquelas derivadas diretamente do sistema de produção de peixes. O principal impacto na emissão de metano foi associado mais especificamente à seca extrema, devido à redução da área alagada, que na região avaliada ocorre principalmente de julho a novembro, em conseqüência da estação seca e de crises recorrentes de água em períodos de estiagem.

Esse foi um fator importante para que os cientistas concluíssem que áreas de reservatório com padrões muito distintos de variações de profundidade ao longo do ano devem ser evitadas na escolha de áreas favoráveis para atividades de piscicultura.

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