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Feijão com preço nas alturas

22 May 2020

 

De acordo com o último levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) o Brasil deve colher 1, 077 milhão de toneladas de feijão 1ª safra (alta de 8,9%); 1,236 milhão de toneladas de feijão 2ª safra (alta de 4,9%); 734 mil toneladas de feijão 3ª safra (alta de 0,9%). Mas o que está animando o produtor são os preços.

De acordo com Boletim Agropecuário de abril, do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola da Epagri (Epagri/Cepa), os preços voltaram a subir em todos estados acompanhados (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Bahia e Goiás). No feião-carioca a alta varia entre 19 e 38%. Em Santa Catarina a variação é ainda maior. Na praça de referência de Joaçaba, a elevação dos preços no mês chegou a 45% e em comparação ao mesmo período do ano passado os produtores estão recebendo 47% a mais. 

No feijão-preto, os preços pagos aos produtores também tiveram alta motivados pela baixa oferta. As geadas na Região Sul associadas com a estiagem que afetou as lavouras reduziram a produção. Com isso há risco de desabastecimento no mercado nacional até a chegada da colheita dos estados que têm produção irrigada. Em Santa Catarina, a variação do preço médio mensal foi de 33%, no Paraná alta de 31%, e no Rio Grande do Sul de 16%. 

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