Busca de novos mercados e controle de pragas são destaques na reunião da Câmara Setorial da Noz-Pecã



Uma pauta extensa marcou a reunião da Câmara Setorial da Noz-Pecã nesta quinta-feira de manhã (06) de forma virtual. Participaram do encontro, que durou cerca de 3 horas, representantes do Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Agência de Promoção de Exportações (Apex-Brasil), Federação das Associações de Municípios do RS (Famurs), Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag), Emater, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Embrapa Clima Temperado, Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), produtores e empresários.

A abertura do comércio de noz pecã do Brasil para a China foi o destaque feito pelo Presidente da Câmara Setorial e do IBPecan, Demian Costa. Segundo ele, graças às negociações que o Mapa está fazendo, o governo chinês fez sinal positivo à abertura do mercado de importação da noz-pecã do Brasil e existe a possibilidade de iniciar a exportação da noz-pecan descascada. E disse que está prevista a vinda de uma missão chinesa ao país para ver as condições de produção e de industrialização. O mercado espera também abrir a venda da noz pecã na casca. O Rio Grande do Sul é o maior produtor do país e deve colher neste ano aproximadamente 4.500 toneladas.

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