Cadeia Produtiva da Cachaça apresenta as diretrizes estratégicas para o setor até 2025



A Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Cachaça lançou nesta sexta-feira (17) as diretrizes estratégicas para o setor até 2025. O documento traz orientações para garantir o ordenamento, a organização, a sistematização das ações, projetos e programas para que o setor se desenvolva sistematicamente.

A meta do setor é fazer com que a cachaça esteja entre os três principais destilados do mundo em 2025. A presidente da Câmara Setorial, Alexsandra Machado, destacou que as orientações têm caráter setorial e foram elaboradas de forma coletiva e consensual. “As diretrizes foram feitas para vocês, produtores e executivos de associações do setor, para que unidos possamos caminhar em uma direção única e sermos efetivos para alcançarmos a nossa ambição”, disse.

O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Guilherme Bastos, disse que é preciso incentivar a compra de produtos registrados no Mapa e valorizar a cachaça como bebida genuinamente brasileira. “Isso passa pela profissionalização do setor e pelo estabelecimento das diretrizes estratégicas da cachaça”.

A Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Cachaça lançou nesta sexta-feira (17) as diretrizes estratégicas para o setor até 2025. O documento traz orientações para garantir o ordenamento, a organização, a sistematização das ações, projetos e programas para que o setor se desenvolva sistematicamente.

A meta do setor é fazer com que a cachaça esteja entre os três principais destilados do mundo em 2025. A presidente da Câmara Setorial, Alexsandra Machado, destacou que as orientações têm caráter setorial e foram elaboradas de forma coletiva e consensual. “As diretrizes foram feitas para vocês, produtores e executivos de associações do setor, para que unidos possamos caminhar em uma direção única e sermos efetivos para alcançarmos a nossa ambição”, disse.

O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Guilherme Bastos, disse que é preciso incentivar a compra de produtos registrados no Mapa e valorizar a cachaça como bebida genuinamente brasileira. “Isso passa pela profissionalização do setor e pelo estabelecimento das diretrizes estratégicas da cachaça”.

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