Para produzir mais, China entra de vez na soja transgênica



Sofrendo com escassez de oferta mundial de grãos, quebras nas cadeias de suprimentos e problemas climáticos, a China decidiu “abraçar” de vez a soja transgênica para aumentar sua produção interna. Para isso, um passo importante foi dado pelo Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais da China, que divulgou o seu “Padrão Nacional de Certificação de Variedades de Soja GM (Teste)” no último mês de junho, visando agilizar a liberação de novas tecnologias geneticamente modificadas.


rdo com o portal chinês AgroPages, especializado em insumos e biotecnologia, esse documento determina os exames técnicos e serve como uma medida detalhada de certificação de variedades. As novas medidas e padrões para a aprovação comercial de sementes GM são projetadas para entrar em vigor, efetivamente, em 2023.

“Se a soja GM for plantada, o rendimento da oleaginosa aumentará. Os dados mostram que o rendimento unitário da soja dos EUA em 2021 foi de 461 kg/mu (1 mu = 1/15 hectare), o que é aproximadamente 100 kg/mu maior que o da soja no nordeste da China e 40-60 kg/mu maior do que a soja no sul da China. Além disso, o rendimento unitário da soja americana está aumentando ano a ano. De 1993 até o presente, a taxa de crescimento anual composta do rendimento unitário foi de 1,639%. Portanto, se a soja GM for plantada, a produção total de soja aumentará”, afirma o AgroPages.



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