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Por que a exportação de milho não deslancha no Brasil?



Que os preços (e os prêmios) de exportação do milho irão subir a médio prazo, “não há a menor dúvida”, afirma o analista sênior da Consultoria TF Agroeconômica, Luiz Carlos Pacheco. De acordo com o especialista, o principal fundamento que sustenta essa projeção é a falta milho no mercado internacional.

“A Argentina e os EUA produzirão menos e os fretes da Ucrânia estão subindo. Portanto, apenas sobra o Brasil. Mas, estamos enrolados na burocracia. Nessa semana o MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) mandou para China os terminais para aprovação. Será que dessa vez sai?”, questiona o comandante da Consultoria TF Agroeconômica.

Segundo Luiz Carlos Pacheco, após o acordo haver sido revisado e assinado no último dia 24 de maio de 2022, o problema agora é que as tradings ainda estão envolvidas em burocracias. “Tem muito milho ainda no Brasil. O Paraná vendeu menos de 40% do milho safrinha, o Mato Grosso do Sul menos de 50%, Goiás na casa dos 40%. O Mato Grosso está mais adiantado com pouco mais de 70%. Os compradores no mercado interno estão bem cobertos e a margem do etanol está ruim”, conclui o analista de mercado.

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