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Prêmios inalterados e comercialização lenta para o milho



No mercado brasileiro de milho de exportação, os prêmios estão inalterados e a comercialização segue lenta, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O prêmio de dezembro permaneceu em $ 97/bushel, julho23 subiu para $ 50 cents/bushel e subiram em agosto23 para $90/bushel e setembro também a $ 90 cents/bushel”, comenta.

“Até o início deste ano, a China se abastecia de milho praticamente apenas duas fontes: os Estados Unidos e a Ucrânia, mas, após a invasão russa deste último país, esse fornecedor ficou comprometido. Além disso, devido à questão taiwanesa, a relação entre os EUA e a China está em um ponto alto. Nesse contexto, o governo chinês, além de promover maiores compras de produtos alternativos – como sorgo e cevada forrageira –, saiu em busca de novos fornecedores de milho. E estabeleceu negociações com o governo brasileiro com o objetivo de começar a embarcar o milho brasileiro a partir desta safra comercial. Essa notícia, é claro, embora claramente pessimista para o milho dos EUA, tem o efeito inverso na América do Sul em geral e no Brasil em particular. Vale lembrar que o potencial exportador do Brasil é gigantesco”, comenta.


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