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Produção de noz-pecã deve ser impactada pelo excesso de chuvas durante polinização

  • 19 de jan. de 2024
  • 1 min de leitura



A estimativa inicial da colheita da noz-pecã aponta para uma diminuição na produção, atribuída ao excesso de chuvas durante o período crucial de polinização e à incidência da antracnose. A avaliação é do presidente do Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan), Eduardo Basso. Entretanto, o dirigente revela oportunidades para o setor.


Basso salienta que na região de Anta Gorda, por exemplo, onde numerosos pequenos produtores atuam, a expectativa é de uma redução de 40%, enquanto em Santa Maria e Cachoeira do Sul, a queda estimada é de 30%. "Essas são as primeiras estimativas, indicando uma safra prevista entre 4,5 e 5 mil toneladas, em comparação às 7 mil toneladas colhidas em 2023", destaca, acrescentando ainda que a área total plantada é de aproximadamente 10 mil hectares, com entre 6 mil a 6,5 mil hectares em produção. "A região de Anta Gorda responde por 40% da produção, enquanto Cachoeira do Sul, Santa Maria e os Altos da Serra contribuem com os restantes 60%", complementa.

 
 
 

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