Entidades qualificam como "crime" depredação da Aprosoja



Repercutiu no setor a invasão e depredação nos escritórios da Associação dos Produtores de Soja do Brasil (Aprosoja Brasil), Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho) e da Associação Brasileira dos Produtores de Sementes de Soja (Abrass), em Brasília, nesta quinta-feira (14). Os ataques foram assumidos pela Via Campesina, um braço do MST, que justificaram como uma parte da “Jornada Nacional da Soberania Alimentar: Contra o Agronegócio para o Brasil não Passar Fome”.

O grupo pichou paredes, colou cartazes, apedrejou e jogou tinta contra a fachada do local. Nas inscrições frases como “soja não enche o prato”, “soja é morte”, “soja financia a fome” e “fora Bolsonaro. Os manifestantes agiram rápido e fugiram. Ninguém foi preso.

O ato foi condenado por diversas entidades do setor. A Aprosoja disse que repudia os crimes e já está tomando as medidas legais. “Ao contrário do que dizem entender os invasores em suas pichações – de que a soja não enche prato de comida – a soja e o milho produzidos na mesma área como segunda safra são fundamentais para a produção de carnes, leites, óleos, ovos e derivados. O grão também é utilizado na produção de medicamentos, cosméticos, tintas, colchões, pneus e até biodiesel, combustível ecológico que contribui para a redução de efeitos causados pela poluição nos centros urbanos”, diz um trecho da nota.

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